Em Outubro de 2005 o concelho de Porto de Mós rompeu, por vontade popular, o fatalismo da desesperança colectiva num futuro melhor. Em sintonia com o processo de mudanças sociais, económicas, culturais e tecnológicas, queremos apenas dar um pequeno e voluntarista contributo para que o debate frequente, a dimensão participativa e a socialização das informações possam produzir cidadãos mais informados e mais interessados nas questões públicas da nossa terra. Como J.Trippi em The Revolution Will Not Be Televised, um dia destes, ainda havemos de poder dizer, também em Porto de Mós, que “estamos ligados pelos nossos direitos enquanto cidadãos e pela própria fibra da democracia."Por enquanto, o que nos sobra em direitos cívicos falta-nos em alfabetização digital e em fibra… óptica entenda-se! Participe no blog PensarPM |